Além da espécie, cada registro da triagem pode carregar dados biológicos e ecológicos: sexo, estágio de vida, comportamento e etiquetas. São esses campos que transformam a triagem em dados de pesquisa — permitindo, por exemplo, separar adultos de filhotes ou filtrar registros de forrageio.
1. Abra as características do registro
Na validação de registros, com o animal selecionado, abra a seção Características. O diálogo Características do registro reúne todos os campos.
2. Preencha os dados biológicos
- Sexo — Macho, Fêmea, Indeterminado ou Não informado;
- Estágio de vida — de Ovo, Larva e Pupa a Filhote, Juvenil, Subadulto e Adulto (ou Desconhecido);
- Comportamento — descreva o que o animal está fazendo: forrageando, em deslocamento, em repouso...
Preencha o que a imagem permite afirmar — Não informado é sempre melhor que um palpite.
3. Use etiquetas para padronizar
As etiquetas são marcadores reutilizáveis do projeto, com cor e categoria: Comportamento, Hábitat, Interação, Reprodução, Saúde, Morfologia ou Personalizado. Enquanto o campo Comportamento é texto livre, a etiqueta é padronizada — todo mundo do projeto marca "forrageio" do mesmo jeito, o que torna os filtros confiáveis.
No diálogo de características, marque as etiquetas do registro ou clique em + Nova etiqueta para criar uma (nome, categoria e cor). As etiquetas criadas ficam disponíveis para todo o projeto.
4. Salve com a validação
As características são salvas junto com a validação do arquivo e viajam com o registro para a nuvem — no site, aparecem na galeria e nos detalhes da identificação, prontas para filtros e análises.
Boas práticas
- Padronize com a equipe quais etiquetas usar antes da campanha de triagem — evita sinônimos ("forrageando" × "forrageio") que fragmentam os dados;
- Sexo e estágio só quando visíveis — dimorfismo sexual nem sempre é evidente em foto noturna;
- Comportamento em texto livre complementa a etiqueta com o detalhe do momento.
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